Flávio Bolsonaro propõe BNDES e Apex para internacionalizar PMEs
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Flávio Bolsonaro apresentou na quinta-feira, 13 de agosto de 2026, uma proposta para usar o BNDES e a Apex-Brasil na internacionalização de pequenas e médias empresas brasileiras. O candidato à Presidência pelo PL incluiu a medida em seu plano de governo. A iniciativa gerou resposta do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
“Vamos apoiar o pequeno negócio com crédito para empreender e orientação, pela rede da CAIXA, e apoiar a internacionalização de pequenas e médias empresas via BNDES e Apex-Brasil, para que o produto brasileiro chegue mais longe”, afirma o documento.
A proposta prevê linhas de crédito específicas e orientação técnica para a expansão de empresas de menor porte no mercado exterior. O plano defende ainda que o apoio ao pequeno negócio seja feito com crédito para empreender e orientação pela rede da CAIXA.
O tema não é novo.
Em outubro de 2024, Mercadante já havia anunciado que o BNDES firmaria acordo com a ApexBrasil para apoiar a exportação de produtos de pequenos negócios. Anteriormente, em janeiro de 2021, BNDES e Apex-Brasil assinaram acordo de cooperação técnica para apoiar a inserção internacional de empresas brasileiras e a capacitação de micro, pequenas e médias empresas interessadas no mercado externo.
Mais recentemente, em julho de 2026, a ApexBrasil anunciou um plano de R$ 130 milhões para ajudar empresas brasileiras a conquistar novos mercados. O esforço visa reduzir a dependência do mercado dos Estados Unidos.
Desoneração e abertura comercial
Além da internacionalização, o plano de governo de Flávio Bolsonaro traz outras medidas na área econômica. O documento defende a desoneração das exportações e dos investimentos. Propõe também a redução das exceções tributárias, para que grupos parecidos paguem impostos parecidos.
A proposta inclui uma abertura comercial que dê ao setor produtivo acesso a bens de capital, tecnologia e insumos importados. O plano também propõe o fim gradual do IOF sobre câmbio, medida que visa facilitar operações de comércio exterior e movimentação de capitais.
Outra bandeira: a retomada do processo de entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). “A adesão à OCDE é mais do que um selo: ela exige convergência das nossas normas aos padrões internacionais, melhora a governança das empresas estatais, reduz a corrupção e integra o Brasil às melhores práticas globais”, afirma o texto.
Flexibilização trabalhista
Na área trabalhista, o plano defende a ampliação do trabalho negociado sobre o legislado. A ideia é permitir que trabalhadores e empresas combinem diretamente as condições de trabalho.
“Quando as duas partes negociam pensando em ganhos mútuos, cresce a qualidade do emprego, crescem as empresas e crescem as oportunidades”, diz o documento. O plano também indica dar mais liberdade a quem trabalha, com jornada flexível que caiba na vida de mães, jovens e de quem tem mais dificuldade de entrar no mercado.
As propostas fazem parte de um conjunto mais amplo de diretrizes econômicas que o candidato pretende implementar caso seja eleito. O plano combina apoio ao empreendedorismo, abertura comercial, simplificação tributária e flexibilização trabalhista como eixos centrais de sua estratégia para o desenvolvimento econômico do país.
Esta notícia foi produzida com apoio de inteligência artificial, cruzando informações de: oglobo.globo.com, terra.com.br.



